domingo, 8 de agosto de 2010

Ao fechar meus olhos, vejo sempre a mesma coisa, e onde antes via preto, vejo agora uma rua
E lá, como nas músicas que marcaram a minha infância, vejo personagens dos meus sonhos, da minha imaginação.
Um fusca branca lá espera, e uma cabeleireira, e dois bombeiros a espera de vermelho e amarelo.
Tem arvores, e casas velhas, lindos por simplicidade, as arvores lá são diferentes, tal como as flores, gramas, parques.
E mesmo de dia, em qual quer lugar, pra ver isso passar nos meus olhos, é só os fechar.
Falei já, para parentes, mas não me levaram a sério, porem eu queria saber se é normal
Ver uma rua nunca visitada, com pessoas nunca vistas, com cheiros até então desconhecidos
E musica que nunca ouvi, Onde tudo se repete, e todo segundo é como o ultimo que passou.
É lá que quero estar, e passarei meu tempo restante procurando a minha rua, a minha paz.

Chega a ser irritante.

Um comentário:

  1. cada um tem uma rua. um pouco de autismo é necessário pra se viver no mundo.
    me identifiquei demais com o que escrevesses.

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